GE abre inscrições para trainees em 5 áreas

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Referência mundial na formação de lideranças executivas, a GE do Brasil oferece uma nova oportunidade para estudantes e recém-formados interessados em construir uma carreira dentro da companhia. Para formar uma nova turma de seu Programa de Trainee, com inscrições abertas até 15 de outubro, a GE seleciona graduados entre dezembro de 2012 e dezembro de 2014 para cinco diferentes áreas: Finanças (FMP), Tecnologia da Informação (ITLP), Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho (EHSLP), Marketing/Comercial (CLP) e Operações e Manufatura (OMLP).
As inscrições devem ser feitas pelo endereço ge.com/br/carreiras e mais detalhes sobre o programa podem ser acessados na página oficial da GE no LinkedIn. As vagas estão voltadas para candidatos com formação preferencial nas áreas de Administração, Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Contabilidade, Comércio Exterior, Economia, Engenharias (Computação, Produção, Mecânica, Elétrica, Eletrônica e Industrial), Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Relações Internacionais, entre outras.
Com duração de dois anos, o Programa de Trainee da GE é dividido em até quatro rotações por uma ou mais unidades de negócio, sendo que uma delas poderá ser realizada no exterior. Além desse diferencial, os candidatos terão a chance de aproveitar uma estrutura global de referência no desenvolvimento de lideranças. Nos últimos anos, a GE teve presença destacada em ranking do Hay Group, uma das mais conceituadas consultorias de Recursos Humanos do mercado, que lista as principais empresas globais na formação de líderes. Além disso, pelo terceiro ano consecutivo a GE está entre as empresas mais cobiçadas pelos profissionais brasileiros segundo a pesquisa “Empresas dos Sonhos dos Executivos”, realizada pela DMRH e Nextview People.
Requisitos e seleção
Por serem inseridos num ambiente global, é fundamental que o candidato domine o inglês e tenha mobilidade nacional e internacional, assim como um perfil proativo e de liderança. Ter noções em espanhol é desejável. O processo seletivo segue as seguintes etapas eliminatórias: candidatura; triagem curricular; teste online de inglês; entrevista coletiva ou em vídeo; apresentação presencial de case de negócios e painel de entrevista.

Experiência vale mais que formação

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Um estudo desenvolvido pela Randstad Global em 32 países, incluindo o Brasil, mostra que para a grande maioria dos profissionais a experiência profissional é fator mais relevante para se conseguir um novo emprego do que a formação acadêmica. Para 81% dos pesquisados no relatório trimestral Randstad Workmonitor, a experiência conta mais do que educação na hora de buscar uma nova posição no mercado. Esse dado é mais expressivo em países, como a China (92%), Índia e Reino Unido (ambos 91%).

O conceito também se aplica aos jovens, porém em menor extensão: 69% acreditam que a experiência é mais importante para os funcionários mais novos. As exceções são Dinamarca e Noruega, onde metade dos empregados não estão convencidos de que experiência pese mais que a formação. Ao mesmo tempo, funcionários da China (90%), Turquia (85%) e Reino Unido (82%) endossam a afirmação de que para os jovens, experiência é mais importante do que a educação.

Encontrar um emprego: mais difícil para o mais novo ou o mais velho? Ou para ambos?

Quase dois terços dos entrevistados acreditam que é mais difícil para os jovens com menos de 25 anos encontrar um emprego adequado.  À medida que os funcionários concordam com esta afirmação, percebe-se que suas opiniões correlacionam-se com a difícil situação econômica de seu país: a Grécia recebeu a classificação mais elevada (91%), seguido por Itália e Espanha (ambos 89%), enquanto Cingapura (44%), Alemanha (50%) e Noruega (51%) concordaram minimamente com a afirmação.

Para os trabalhadores mais velhos, parece ser ainda mais difícil encontrar um emprego do que para os mais jovens: quase nove em cada dez funcionários em todo o mundo acreditam que é muito difícil para este grupo. Esta pontuação é especialmente elevada na República Checa (97%), Grécia e Hungria (ambos 96%). Os países com as menores taxas na pesquisa, porém ainda razoavelmente elevadas, são a Noruega (76%) e Índia (79%)